A ideia do blog é simples, criar um espaço em que eu possa falar sobre o que quiser e quando quiser, expor, analisar, comentar, reclamar, enfim, compartilhar com quem me acompanha tudo que eu achar relevante. Espero que vocês curtam o blog e participem. (:

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Viagem ao Peru - Dicas

Depois de tantos dias escrevendo tudo sobre a viagem aqui, acho que posso dar algumas dicas que podem ajudar quem for fazer essa viagem futuramente a ter uma viagem ainda mais confortável:
  1. A primeira observação a se fazer acho que é sobre vacinas. O Peru tem alguns riscos de doença e por esse motivo a ANVISA orienta que as vacinas estejam em dia, mas é uma ORIENTAÇÃO e não uma exigência. Atualmente nem o Brasil nem o Peru exigem nenhuma vacina nem para entrar nem para sair dos países. De qualquer forma, no site há todas as informações necessárias, sobre as doenças que existem lá e quais as vacinas recomendadas. Essa lista pode ser consultada nesta página.
  2. Sobre o clima: lá faz frio, MESMO, nessa época do meio do ano, não achem que estão exagerando em levar casacos, cachecóis, luvas e toucas. Não precisa de ceroulas por exemplo, a não ser que você realmente sinta muito frio, mas é bom levar meias grossas, e no caso das mulheres, meias-calça para colocar por baixo de outra roupa nos dias mais frios.
  3. Quanto ao calçado, prefira os com o cano um pouco mais alto, eu levei uma espécie de bota para trilha, com o cano na altura do tornozelo e  me serviu muito bem, fica quentinho e é super confortável para as caminhadas em solo acidentado.
  4. Uma dica boa sobre o que levar é: levem só o necessário. Sério, pelo menos se forem fazer o tipo de viagem que nós fizemos. Quem acompanhou o blog percebeu, nós dormimos uma noite em cada cidade no máximo, e mudar toda hora de hotel com muita bagagem dá muito trabalho. A nossa estratégia para simplificar essas locomoções foi cada um levar uma mala pequena, com rodinhas de forma que cada um ficasse responsável pela sua, sem depender de ter alguém pra ajudar a carregar por causa do peso, por exemplo. E aí, aconselho ainda, que levem uma mochila, para carregar o que for necessário durante os passeios, como máquina, água, um lachinho, carteira, artigos de higiene pessoal e para ir colocando o que você comparar durante o dia, porque ficar carregando sacolinhas é um saco, né?!
  5. Em relação ao que falei sobre os probleminhas com a alimentação, realmente acontecem, e como você não vai querer a sua viagem interrompida por diarréia e mal estar, evite comer tudo o que não for cozido, folhas, salada e até frutas com casca. Felizmente nenhum de nós passou mal durante a viagem, mas vimos muitos casos nos grupos em que estávamos, então fiquem atentos.
  6. Importante para quem for fazer passeios em altitudes maiores, é lembrar de usar a folha de coca, escalham entre uma das várias formas de consumí-la. Ajuda muito. E já que estou comentando sobre isso, bom lembrar também dá dica do álcool, que comentei no post do passeio no Vale do Colca.
  7. Outra boa dica é que não comprem nada por impulso, geralmente os preços nas feras divergem muito de uma barraca para outra, para vocês terem noção, em uma fera que fomos, eu queria comprar um chaveirinho e me cobraram por uma peça exatamente igual: 8 soles em uma barraca, depois 12 em outra barraca e finalmente me ofereceram o chaveirinho por 5 soles em uma barraca diferente. Então procurem e pechinchem, porque das peças características, as que geralmente procuramos para levar de presentinhos, todas as barracas vão ter exatamente igual e com essa variação absurda de preço, pensem!
  8. Lá é super seguro, não se preocupem de andar nas ruas à noite, com mochila, máquina, etc. Só prestar atenção, sempre, como em qualquer lugar, porque infelizmente, apesar de não ser comum, as coisas acontecem eventualmente.
  9. É bom levar dinheiro em cash, para facilitar a compra de besteirinhas, compras em feiras de artesanato e água, lanchinhos, etc.
  10. Tem muitos caixas eletrônicos nas cidades, então se vocês estão levando cartão para sacar dinheiro, não se preocupem, será fácil utilizá-lo. Nós optamos pelo Visa Travel Money, e foi uma ótima opção, realmente fácil de usar, quase todo lugar tem caixa de bandeira Visa e quase tudo, com exceção dos taxis, aceita cartão.
  11. Falando em taxi, no Peru os taxis não tem taximetro, de modo que o valor do trecho depende da distância. Novamente, negociem; em geral os valores são baixos e justos, mas melhor combinar o preço logo que disser ao motorista para onde vai, para não ter surpresas na hora de pagar.
  12. A última dica é: curtam muito! Prestem atenção nas explicações dos guias, porque é ótimo aprender na prática e lá é exatamente isso que vocês vão fazer. Melhor do que ler qualquer livro, ou assistir a qualquer documentário. Relaxem e aproveitem tudo o que o Peru tem a oferecer; a cultura, a história, a hospitalidade. E deleitem-se com essa viagem maravilhosa!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Peru - Observações finais

Gente, voltei, triste, mas também já estava sentindo falta do quantinho  de Brasília. Estou morrendo de saudade dos amigos, incrível como 9 dias longe das pessoas com quem você compartilha a sua vida se tranformam em muito mais tempo. Enfim, foi ótimo chegar.
Como eu havia dito, esse post vai ser para fazer alguns comentários que não fiz durante os outros posts.
Por exemplo, preciso falar do trânsito: Nada como São Paulo e nem chega a Brasília nos horário de pico, mas o trânsito no Peru é caótico. Não por causa da quantidade de carros, o trânsito de lá não é complicado porque é cheio, mas porque os motoristas por lá tem um ofício complementar, que é ser malabarista. Eles dirigem que nem loucos, a buzina substitui totalmente a seta e as ruas simplesmente não parecem ter mão. Os carros viram, cortam, ultrapassam e buzinam quando e onde bem quiserem, sério, caos! Sem falar nas subidas e descidas das montanhas, sabe aquelas pistinhas de terra que mal cabe um carro pequeno? Pois é... Lá eles não só passam com ônibus nessas pistinhas, como as vezes ainda passam DOIS, cada um em uma direção, num espaço que sinceramente, eu não passaria com o meu golzinho. E o mais impressionante: eu não vi nenhum acidente. Então basicamente, apesar do medo e da agonia de entrar em um automóvel no Peru, confiem às suas vidas a essas pessoas... até porque não há outro jeito.
Outra coisa interessante são as placas de "Local Seguro". Lá constantemente nós vimos sinalização em locais dizendo qual a rota de fuga da costa em caso de tsunami e quais os locais seguros em cado de sismos, enchentes, etc. Gente, pense num povo preparado... Ao ver essas placas ao mesmo tempo eu me sentia segura, por saber o que fazer se acontecesse alguma coisa e insegura por saber que há chances reais de acontecer alguma coisa. Tenso.
Bom comentar também sobre a comida. Em geral a comida de lá é boa e é muito interessante provar as comidas típicas, além das bebidas, como a Chicha, a Inca Kola e o Pisco Sour, que eu já falei sobre. Entretanto, depois de uns cinco dias, você vai perceber que comer duas vezes por dia no Peru em restaurantes tipicos é um saco, porque todos tem o mesmo cardápio, com os mesmos pratos e preparados do mesmo jeito, daí você vai começar a comer fast food, certeza. Acontece que embora os pratos sejam bastante saborosos, é como se você fosse a Minas e todo dia entrasse num restaurante e encontrasse: Tutu de feijão, leitão à pururuca, torresmo, linguiça, frango ao molho pardo, quiabo e couve. Entende? Nos primeiros dias vai ser ótimo, mas depois você vai ficando sem opção. Tem uns pratos que eu aconselho todos a experimentar, como o cuy, rocoto relleno e carne de alpaca, por exemplo. São pratos bem típicos de lá, entre outros que vocês vão encontrar facilmente em todos os restaurantes.
Eu já falei isso, mas vale repetir: me impressionou a boa vontade e a prestatividade de todos mundo com quem lidei no Peru. Não é por acaso que um dos maiores setores empregatícios de lá é a prestação de serviço, eles são ótimos atendentes, guias e tudo o mais. As pessoas sabem fazer e gostam do que fazem, te comprimentam sempre, te recebem bem e resolvem o que quer que você precise, com uma eficiência invejável em comparação com a prestação de serviço brasileira.

Por hora não estou lembrando de mais nada, mas também não acho que já disse tudo, então se lembrar de mais alguma coisa depois, edito aqui. Beeijos

P.S.: Eu quero agradecer ao meu namorado, porque ele corrigiu todos os posts, uma vez que durante a viagem eu escrevia tudo super correndo e porque os teclados no Peru não tem todos os acentos que nós temos, então às vezes eu ficava com preguiça dos atalhos e do copia-e-cola e mandava tudo sem acento pra ele corrigir e postar para mim. Então, obrigada, amor!

terça-feira, 12 de julho de 2011

Dia 9 - Lima

Hoje voltamos para Lima, para o nosso último dia de viagem programamos um city tour, em que fomos visitar os principais pontos turísticos da cidade. Primeiro vistamos o Museo Banco Central de Reserva del Perú, em que é possível ver peças arqueológicas como cerâmica, uma coleção inteira de ouro inca, tecidos, pinturas e peças de arte popular. Lá tem peças realmente interessantes.
Saindo do museu seguimos andando até a Praça Maior de Lima, em que se encontram o Palácio do Governo, uma Catedral da época da Colônia e outros prédios de arquitetura memorável. Dali saímos para o Monastério São Francisco e Catacumbas. O Monastério é no estilo barroco, bem bonito e hoje funciona como um museu em uma parte, mas em outra parte ainda funciona como igreja mesmo, tem missas todos os dias, tem um coral lindo e algumas obras valiosíssimas. Na parte interna do monastério tem uma catacumba em que eram enterrados os fiéis e os sacerdotes e que hoje foi transformada em uma esposição bem macabra.
O passeio foi curtinho, só essas três paradas, mas foi interessante. Eu não curti muuuito porque estava cansada, então fiquei só pensando em quando ia acabar.
Hoje à noite seguimos para São Paulo e depois Brasília, então esse é o fim da nossa peimeira viagem pelo Perú. Primeira sim, porque esa é uma viagem para se fazer duas vezes. E porque dessa vez não pudemos ir a Puno, então  o Peru ficou devendo um restinho de história para nos contar.
Amanhã eu posto as últimas obrservações sobre a viagem que não comentei durante os outros posts.
Tenho que organizar as coisas para ir para o aeroporto. Beeesos!

Dia 8 - Machu Picchu/Cusco

Hoje não fizemos nenhum passeio, foi nosso dia de descanso. Como optamos por fazer todo o passeio por Machu Picchu ontem, resolvemos ficar tranquilos hoje. Dormimos até mais tarde um pouco, demos uma volta pelas feirinhas que havia perto do hotel e fomos para o trem de retorno a Cusco. A viagem durou 3h e meia aproximadamente, porque dessa vez viemos direto para Cusco, enquanto na ida já estavamos em uma cidade mais próxima e a viagem durou 1h. Novamente a paisagem era maravilhosa, afnal é o mesmo caminho.
Chegando a Cusco, voltamos ao hotel e depois saimos para jantar. Comemos em uma cantina italiana, muito boa, estava com saudade de comer uma pizza. Apesar do frio, fomos e voltamos a pé, pois queríamos retornar à Praça de Las Armas. Na volta as ruas já estavam bem vazias e apesar disso as lojinhas estavam quase todas abertas, reparei nisso desde os primeiros dias, o comércio aqui abre muito cedo e fecha muito tarde. Chegamos ao hotel rapidinho e já vamos nos organizar para partir de novo; Amanhã retornamos a Lima.
O post hoje é curtinho, porque não tenho dicas nem comentários a mais para fazer.  Beijos e boa noite!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Dia 7 - Machu Picchu

Sinceramente, não tenho muito o que dizer sobre o dia de hoje. Eu poderia tentar descrever, usando todas as palavras do meu vocabulário e ainda assim, não conseguiria lhes explicar o que foi o dia de hoje para mim. Machu Picchu é tao indescritível que ainda que me esforçasse, não seria possível transmitir quase nada da minha experiência de hoje para vocês. O Santuário Inca é tão extraordinariamente espetacular, que somente visitando se pode ter noção da emoção que é. Emoção sim, pelo menos para mim, que li várias reportagens, livros e vi vários documentários sobre o assunto, só imaginando o dia em que iria conhecer o lugar pessoalmente. Hoje, quando olhei em volta e me deparei com todas aquelas pedrinhas, aqueles pedrões, as terraças, as casinhas e os casarões, as construções mais sensacionais já feitas sem quase nenhum recurso, me emocionei de verdade e chorei. Não CHOREI, assim, de soluçar, mas me deixei levar pele sentimento maravilhoso de realizar um plano de muito tempo e deixei que as lágrimas que se manifestaram escorressem livremente pelas minhas bochechas. Gente, Machu Picchu é lindo demais, por sua construção perfeita, a dedicação com que foi planejada e executada e principalmente por sua história. Machu Picchu agora é ainda mais sedutor para mim, realmente me ganhou, pois quando se vê assim de perto, quando se escala, se sobe, desce, contorna, toca, senta e se espera o pôr-do-sol olhando o horizonte desse que foi o mais importante santuário inca, aí sim se sente, percebe e ama cada pedacinho desse lugar maravilhoso. Isso, sem falar do caminho de trem, para chegar em Machu Picchu, que é des-lum-bran-te; um visual maravilhoso, 3 horas de paisagens de cartão postal ao longo do Rio Urubamba. Não tem como perder.
Tendo dito isso, o meu conselho é que façam esse passeio maravilhoso. Se puderem, façam as trilhas, se não puderem visitem pelo menos as ruínas mais importantes. Se possível, façam mais ou menos como eu fiz, deixando Machu Picchu por último, porque se começarem por ela, não se interessarão por mais nada que vierem a visitar depois, pois todas as outras ruínas são muito mais simples e tem menos história, composição e perfeição que esta. Façam a viagem e façam-na em boa companhia e com quem tenha paciência, ânimo e ância de conhecer tanto quanto você. Se for o caso, faça com seu amor, o marido, o amante, o namorado; porque é romantiquíssima a viagem. E Machu Picchu tem um visual no fim da tarde, perfeito para se curtir a dois. Eu curti com a família e depois escapei, coloquei meus fones de ouvido e curti o pôr-do-sol lá de cima das ruínas, bem acompanhada apenas da minha música, escolhida a dedo. E foi maravilhoso. Só posso desejar que vocês tenham uma experiência tão boa quanto foi a minha, por aqui. Amanhã voltamos a Cusco. Mais dois dias para amar o Peru. Podem vir!

sábado, 9 de julho de 2011

Dia 6 - Urubamba

Hoje deixamos a cidade de Cusco pela manhã para fazermos a segunda parte do passeio de ontem. Começamos pelo Mercado de Coral, uma feira ao ar livre, em que se concentram artesãos de tecido, principalmente, motivo pelo qual se encontra peças de qualidade a preços bem baixos. Depois de algum tempo fazendo compras nos dirigimos ao Centro Arqueológico de Pizac, onde fizemos um passeio, mais uma vez muito interessante, em ruínas incas. Despues, digo, depois, fomos ao Mercado de Pizac, que por sua vez concentra muitos vendedores de jóias, e onde se pode encontrar peças em prata e ouro por preços ótimos.
Por volta de 13h fomos almoçar em um restaurante que, salvo engano, se chamava Tunupa, na província de Urubamba. Depois do almoço fomos visitar o Vale Sagrado de Los Incas, passeamos por Ollantaytambo, outro resquício arqueológico dos incas. Cada passeio faz a minha admiração por esse povo aumentar ainda mais. Hoje aprendemos com nossa guia as técnicas que esse povo utilizava em suas construções em cima das montanhas, como por exemplo, como transportavam por distâncias enormes, neste caso, cerca de 6Km, peças inteiras de pedra, de 50 toneladas, até o topo das montanhas, onde construiam seus templos. Imaginem isso! Sem maquinário, e sem usar animais, porque para eles era importante que eles mesmos fizessem isso, representava sua devoção. E eu cansei subindo uns 300 degraus carregando nada alem da roupa do corpo e uma garrafa d'agua. Vergonha! E chegamos ao hotel no fim da tarde, estamos no Sonesta Posada Del Inca, no Vale Sagrado.
Chicos, a esta altura da viagem o espanhol ja esta automático, como podem perceber. Às vezes me acho agradecendo meus pais ou minha irmã com nada menos que um "gracias", hahaha. E o organismo já está acostumado com a altitude, 'estamos climatizados', como se diz por aqui, entao ninguém mais passou mal. Passar mal agora so se for por excesso de Pisco Sour! Hahahaha, mas nós apreciamos com moderação. (:

P.S.: Espero que a internet no próximo hotel seja melhor que neste, porque está difícil! Por isso, aliás, que economizei no post hoje.

Besos e até amanhã.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Dia 5 - Cusco

Hoje chegamos a Cusco, num voo muito chato, diga-se de passagem. Cusco é muito perto de Arequipa, 40 min. de avião e ainda fizemos uma parada em uma outra cidade, de modo que o trecho ficou picado em dois trechos de 20 minutos, decolamos, preparamos para pousar, pousamos, preparamos para decolar, decolamos, preparamos para pousar e ai pousamos, no Alasca. Aqui está um inferno gelado. Eu sou muito friorenta, verdade, mas tendo em vista que hoje a mínima prevista é de -3° C, acho que não estou exagerando.
Eu estava meio mau humorada hoje e com dor de cabeça, de modo que não aproveitei muito a manhã. Acho que era cansaço mesmo, porque a rotina da viagem está bem puxada, mas acabou que meu humor melhorou depois do almoço e eu consegui curtir bastante a programação.
Depois do almoço nos buscaram no hotel para fazer um city tour e visitar alguns pontos turisticos incas. Primeiro fomos à Catedral de Cusco, que é enorme e belíssima, tem várias particularidades interessantes e conta uma parte muito importante da história cusqueña, pois retrata os fatores religiosos da colonização espanhola, é realmente interessante e deve ser feito com atenção e um bom guia. Depois de visitar uma igreja católica, nada mais justo do que conhecer a religião que havia antes da conquista espanhola, então fomos visitar o Templo do Sol, chamado na lingua inca (Quechua) por Qorikancha. O templo retrata diversos fatores sobre a arte inca de construir, além de informar muito sobre suas atividades, crenças e rituais. Essas duas atrações ficavam na cidade, e depois de conhcê-las, fomos às montanhas em torno da cidade visitar algumas ruinas incas.
A primeira parada depois de subirmos as montanhas foi Sacsayhuaman, que é uma fortaleza, contituida de muros em forma de raio, que serviam como ponto de celebração, onde se faziam rituais para louvar os deuses da crença inca. É um lugar espetacular, como todos os outros. É impressionante ver de perto o que esse povo conseguia fazer impulsionados por sua fé inabalável. Depois fomos a Tambomachay, uma outra herança inca. A história dessa ruina é um mistério, pois foram contruídas três saídas de água, como fontes, na montanha, mas não há nenhuma nascente a vista na montanha, de modo que não se sabe até hoje como eles acharam essa fonte de água que tem o fluxo contínuo sempre, não se alterando nem pelas chuvas, nem pela seca. O que se acredita é que os incas encontraram uma nascente escondida, a tamparam para que ninguém mais pudesse encontrar essa fonte e então contruiram em volta e de modo que aquilo não pudesse ser alterado. Inacreditável a inteligência desse povo e uma delícia visitar essas ruínas. por último, fomos ao Qenko, um monumento de adoração andino, construido para honrar a trindade andina (o puma, o condor e a serpente) e que é uma contrução genial também, pois eles lapidaram uma pedra enorme, de forma que uma vez ao ano, em 21 de julho, no soltício de inverno essa pedra seja banhada pelo sol de tal maneira e com um angulo perfeitamente calculado, para que se forme a sombra de um puma atrás da pedra, além disso, eles talharam em pedra uma câmara que usavam para rituais secretos, principalmente sacríficios animais (de llamas). É incível, fico pensando em o que nos espera em Machu Picchu.
Depois dessa maravilhosa tarde, fomos dar uma volta na praça principal de Cusco, que é a Praça de Las Armas, onde compramos algumas lembranças e comemos no Mac Donalds, sim, porque não queríamos comer nada pesado, hahaha. Depois disso o frio apertou mais ainda, então demos só mais uma volta e retornamos ao hotel.
Por hoje é isso, pessoal! Continuo aguardando ansiosamente os próximos dias, para conhecer tudo o mais que o Peru pode oferecer!
Beijos, boa noite!