A ideia do blog é simples, criar um espaço em que eu possa falar sobre o que quiser e quando quiser, expor, analisar, comentar, reclamar, enfim, compartilhar com quem me acompanha tudo que eu achar relevante. Espero que vocês curtam o blog e participem. (:

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Das diversas trilhas sonoras dessas nossas vidas.

Cada um tem a sua, alguns mais clássicos, outros nem tanto. Alguns bem mais pop, outros bem mais rock, funk, punk. Um bom samba, MPB ou chorinho, axé e até um rebolation, porque não?
O melhor da trilha sonora é que ela flui com os nossos sentimentos, com o nosso humor e com o nosso corpo. Trilha sonora muda mais que o tempo em brasília, é tão inconstante e mesmo assim tão perfeitamente esperável, que emociona. Por exemplo, eu não imagino ninguém ouvindo axé num momento triste, nem Chopin num momento muuuuuito feliz. É assim né, apesar de que com certeza tem alguém que faz isso que eu falei, porque tem gente pra tudo!
Mas o melhor das trilhas sonoras é que muitas vezes uns momentos valem à pena só por causa delas. Por exemplo, eu estou aqui, cheia de sono, pescando forte, mas a trilha sonora desse fim de noite de domingo está me mantendo acordada, ainda que seja por só mais um pouco de tempo, porque eu estou aqui ouvindo Caetano Veloso e Maria Gadú, depois de um dia inteiro ouvindo samba. Não que eu tenha cansado de samba, minha alma, meus pais e quem mais me conheça um pouco melhor, sabem que eu não canso de samba nem por um minuto, mas como é bom ouvir uma música bonita, bem cantada, maravilhosamente tocada e bem calminha num final de fim de semana, assim, como agora. Faz valer o dobro, cada minuto dos últimos dois dias.
Agora pensando pra frente, vou tocar lá na minha trilha sonora da quarta feira dessa semana, que vai ser minha paixão musical, Jack Jonhson, ao vivo, bem perto, perfeito e lindamente calmo. É incrível o prazer que é ouvir boa música. Lava a alma, sacode o espírito e energiza o corpo. Música é tudo de bom, né, não?
Trilha sonora é isso ai, faz os momentos emocionantes parecerem uma curva em alta velocidade, os momentos tristes parecerem o pior dia de nossas vidas, ainda que no próximo momento toque uma música que te lembra do melhor dia da sua vida. As músicas intensificam cada um dos nossos momentos, sejam eles quais forem; nos ajudam a guardar lembranças, pessoas e cada momento com aquelas pessoas. Porque música é a expressão do que quer que se sinta.
Adoro música, muito mesmo. E adoro escrever aqui, adoro mesmo, mas agora eu adoro mais ainda a minha cama, e tendo em vista que o show do Caetano e da Gadú acabou, vou escovar meus dentes e vou pra cama ao som de nada mais e nada menos que meus pensamentos, que no final das contas, são trilha sonora para tudo, ainda que não seja música.... bom, pelo menos, não o tempo todo.
Hahaha boa noite, galera!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

A primeira vez que ele disse "eu te amo".

A primeira vez que ele disse que me amava nós estávamos em um farol. Tudo em que conseguia me concentrar era o som do mar; toda aquela água e tanta força que não dá pra entender de onde vem, parecia que as pedras não iam suportar, mas suportavam.
Quase não tinha vento, só uma brisa gostosa vindo diagonalmente em nossa direção. Nos pés, a areia fofa e ainda aquecida pelos últimos raios de sol ajudavam a tornar aquele lugar um cenário perfeito para estar com quem se gosta.
Fim de tarde - já um anoitecer - eu quase não podia sentir meu coração batendo, de tão calmo. A respiração dele aos poucos foi ditando o ritmo da minha e nós éramos um, ainda que em dois corpos.
Faltavam poucos minutos para ascender a luz do farol e num acordo mudo, apesar do cansaço de um dia de turismo, decidimos esperar.
Uma gaiovota piou ao longe, me tirou da minha meditação, quase um transe. Acho que devia ter esperado por isso, mas quando ela piou de novo estava bem acima de nós, e foi um pio tão alto, que me assustou. Eu, inconscientemente, me atirei aos braços dele. Ele esticou seus braços e me envolveu em um abraço seguro, forte. Olhou nos meus olhos, sorriu e voltou a encarar os reflexos avermelhados na água do mar. já estava quase escuro, o que havia de luminosidade eram poucos resquícios de uma tarde linda.
Mais uns três minutos se passaram naquele abraço que poderia ser infinito. Surgiu no alto a primeira estrela e em um décimo de segundo a luz do farol iluminou o longe. Mais uma luz se acendeu, à base do farol uma janela ficou clara e depois se apagou.
Nós dois olhamos, esperando algum movimento, nada. Era cada vez mais confortável saber que estávamos sozinhos. Ele olhou para mim e enquanto me virava para encará-lo, senti que seu peito vibrava, sua resperação arfava e numa movimentação tímida ele tentava conter um impulso. Eu já sabia o que esperar. Seus olhos castanho-amarelados penetraram os meus na mais sincera tentativa de buscar algum consentimento. Eu sorri levemente, num repuxar involuntário de meus lábios, fechei os olhos e deixei que se aproximasse. Sua mão escorregou dos meus ombros, deixando a pele que antes tocava receber a brisa noturna, me fazendo arrepiar. Sua mão continuou descendo até alcançar a altura da cintura, num aperto sempre firme, com o qual ele me envolveu. Nossos corpos se tocaram frente a frente, transmitindo um calor ansioso da pele dele para a minha. Ele se inclinou de vagar, com uma das mão me sustentando às costas e a outra passeando em meu rosto, até que me puxando, levemente, tocou meus lábios com os seus.
Eu nunca senti nada como aquilo. A pressão dos lábios dele nos meus tinha a intensidade perfeita, a umidade, o calor, o amor. Foi nessa noite que ele disse que me amava pela primeira vez. E ele nem precisou de palavras. Depois dessa, que foi também a primeira vez que ele me beijou, ele reproduziu milhares de vezes aquele arrepio na minha espinha. E toda vez era como se fosse a primeira, a certeza de que a melhor coisa do mundo era estar ali.
Ainda me pergunto, às vezes, se, no fundo, eu não sempre soube que era ele o homem que eu amava. Apesar dos 17 anos que esperamos, a final, acabei casando com o amante perfeito, meu melhor amigo, que foi por tanto tempo, só o cara com quem eu adorava dividir meus momentos, assistir o pôr-do-sol e contar tantos segredos. Dezessete anos. Tudo isso, porque o amor precisa de tempo e não de palavras.

domingo, 8 de maio de 2011

Mãe

Mãe é tão complexo que é quase inacreditável caber em uma palavra tão pequena. É uma função tão extraordinariamente complexa que torna até as mulheres mais descomplicadas em mulheres loucas e descontroladas e tudo isso, porque de repente ser só mulher não é suficiente. Por isso, e os pais que me perdoem, homens nunca vão entender a dimensão da complexidade de ser mãe. É que para isso teriam que entender antes a complexidade de ser mulher. Podem dizer o que quiserem, que hoje a mulher já conquistou tanto que está equiparada socielmente ao homem etc, etc. Tudo bem. A gente não espera que vocês entendam. Ser mulher é muito mais do que está ao alcance da evolução social, das palavras e da mente de vocês.
Mãe é inexplicável, é incerto, impreciso, inintelígivel. Mãe é única, ainda que sejam milhões. E é uma pra cada filho, ainda que haja mães de 15. Mãe depende do humor, da idade, do estilo, do filho, da criação que a mãe dela deu, de como ela encarou isso e depende principalmente de cada dia. Mãe tem idéias fixas, difusas, confusas, transcedentes, algumas discutíveis e umas que elas não nos permitem nem pensar em questionar. Mãe tem dia que é só amor, tem dia que é só patada, tem dia que parece que foi todo dia assim.
Mãe é um mix de sentimentos tão forte que não dá pra saber se é pra chorar ou para rir. Você já viu a sua mãe sorrir? Quanto valor você dá pra essa imagem? Independente de ela rir todos os dias ou de ser mais recatada, você guarda isso contigo? E chorando, já viu sua mãe assim? Você já viu a sua mãe chorando por sua causa? Porque  caiu e ralou o joelho, porque você fez besteira ou de emoção por alguma coisa que você fez... Sua mãe chorou quando você se casou, anunciou o primeiro filho ou então, sua mãe chorou alguma vez enquanto você a abraçava? A maioria dos filhos responde sim para todas essas perguntas, é porque mãe é assim, imprevisivelmente previsível.
Mãe fica acordada enquanto não tiver notícia suas, vive angustiada, senão com a sua saúde, com a ausência dela ou com seus estudos, sua profissão, seu futuro. Pai também, a diferença é que mãe é o pai com picos de hormônio, atividade de humor intensa e inconstante, nisso implica toda essa complexidade de que falei.
Mãe dispensa quase todas as explicações (até porque elas tem esse poder sobrehumano de ler nossas mentes). Mãe é sentimento puro e de entrega total. É um emprego em horário integral, sem direito a férias, feriado e muito menos remuneração. Mãe é mãe todo santo dia. Mãe é dedicação, um caminho só de ida, um predicado irrevogável. Mãe é tanto amor que mal cabe no dia-a-dia.
Enfim, sobre ser mãe eu não posso dizer muito, mas sobre ter toda essa complexidade de mãe na minha vida, eu posso dizer muito e, resumindo, que sem você eu nada seria.
Obrigada por tudo, mãe! E parabéns por ser a melhor mãe que você pode ser!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

sem sono e sem nada nos braços

Ele ouve todas as minhas lástimas e, embora não possa dizer que ele chora comigo, posso dizer que ele sabe exatamente como me sinto. Quando todos vão dormir, é ele quem me acompanha. Não sei se ele tem medo de escuro, nunca perguntei, mas acho que não, ele é valente e sempre vai na minha frente quando mesmo que me esforce, não consigo enxergar nada. Ele é o último a receber meu beijo de boa-noite e o primeiro que eu beijo também pela manhã. Ele fica lá quietinho me olhando, com a mesma carinha de sempre e sem saber o que ele sente, eu me apego cada dia mais.
Quando eu rio ele está comigo também e os meus segredos, ele sabe todos, só de olhar para mim. Nunca demonstrou amor por ninguém, mas eu sei que comigo não é assim. Foi amor ao primeiro aperto.
Quentinho, fofo e confortável. As noites com ele são as melhores e a sua ausência é mais do que sentida, é pertubadora. Sem ele em meus braços eu não consigo achar uma posição razoavelmente confortável para dormir, fico inquieta, não tenho bons sonhos, mal posso me concentrar em outra coisa que não seja a falta que ele faz.
Ah, Pégaso... seca logo!

P.S.: Pégaso tomou banho ontem e, porque estava molhadinho, não pôde dormir comigo. Mas hoje acho que ele volta a me fazer companhia.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Alugo uma irmã.

Por quanto tempo você conseguir ficar com ela. Cobro o preço de ficar menos estressada por alguns dias, dificilmente, algumas semanas. Não permito a sublocação e desde que me devolvam-na tão saudável e chata quanto no ato do recebimento, não tenho mais nenhuma exigência. Não haverá cláusulas de rescisão de contrato.
Devo avisar, entretanto, que enquanto eu passarei os dias mais tranquilos dos meus últimos 15 anos, você, provavelmente, passará os dias mais estressados, irritantes e preocupados da sua vida, até que tenha filhos adolescentes, pelo menos.
Como você só deverá se interessar pelo negócio se não tiver irmãos, devo avisá-lo também de que vai ser uma experiência muito interessante, logo depois que acabar. Durante o tempo em que ela estiver em sua posse, com certeza você não achará tão curioso, mas saberá do que estou falando ao fim do prazo do contrato.
E, já que você nunca teve irmãos, deixarei um pequeno manual de como se trata os irmãos, ou, pelo menos, de como se trata a minha.
1º) A minha irmã é uma pessoa. Eu sei, inacreditável. Pois é, muito complicada, chata, irritante, teimosa, preguiçosa, lerda e sem iniciativa, mas é uma pessoa. Deve, portanto, ser tratada melhor do que você trata suas bonecas. Eu sei que vai ter horas em que você vai querer que ela vire uma marionete, só pra você poder escolher deixá-la quietinha em um canto, mas, como não vai acontecer, dica: melhor ter televisão no seu quarto;
2º) Ter uma irmã e ,mais do que isso, ser a irmã mais velha requer muita responsabilidade, principalmente com a minha irmã, porque ela não tem nenhuma, então você responde pelas duas, logo, antes de fechar o negócio, curta alguns dias de displicência;
3º) Para alugar a minha irmã e conseguir passar mais de 24 horas em sua posse, você precisa ser muito paciente e não se importar em ter que fazer tudo, treine isso com antecedência;
4º) Quando você sentir vontade de bater nela, me ligue imediatamente para providenciar a devolução. Só quem pode encostar um dedo nela sou eu, e como nem eu o faço, não vai ser você quem vai;
5º) Aprenda a ignorá-la. Ela sabe fazer isso perfeitamente e a não ser que você faça melhor que ela,  o nº4 irá acontecer mais rápido;
6º) Tranque o seu quarto na sua ausência. Eu não consegui adquirir esse hábito apesar da mais clara necessidade, mas te aconselho a se lembrar disso, porque em dois ou três dias você vai perceber que os itens do seu guarda-roupa, perfumes, utensílios de beleza, tais quais maquiagem e acessórios, vão, gradativamente, sumir de seus respectivos locais de armazenamento e, fica a dica, não será um duende escondendo as suas coisas;
7º) Prepare-se para rir, rir muito, de tudo. 80% do tempo em que vocês não estiverem brigando, se xingando, se odiando da boca para fora e querendo que a outra suma, vocês estarão rindo de si mesmas, da outra ou de alguma coisa que viram/fizeram/estragaram juntas, nos outros 20% vocês estarão se recuperando da crise de riso;
8º) Tente não se preocupar muito. É muito difícil, mas lembre-se de que eu, provavelmente, já estarei me descabelando de preocupação com ela, então abstenha-se de ter que ficar consternada por não saber onde ela está, quando ela não está ao alcance da sua vista;
9º) Busque a tranquilidade e em casos de emergência me ligue. Ainda que seu impulso de protegê-la seja muito, muito forte, dificilmente será o de sacrificar qualquer coisa por ela, como é o meu, então ela estará mais segura comigo.
10º) ...


...
Huuum, desculpem, retiro a proposta de negócio. Sei que vocês já estavam com sorrisos de orelha a orelha, doidos para terem a minha irmã um pouquinho, mas eu não consigo ficar longe dessa criatura nem por um dia, de modo que não poderei continuar com a oferta de aluguel. Infelizmente e contra qualquer senso lógico de autopreservação, preciso da chatice dela e das provocações, preciso das risadas e dos olhares de censura. Preciso tê-la por perto ainda que seja para querê-la longe. Eu preciso.
Sinto decepcioná-los.

domingo, 10 de abril de 2011

Conversas de bar

Um pub cheio, mezanino, boa música, iluminação baixa, drinks, boa companhia. Quatro amigas riem, lembram, contam histórias, dividem memórias, lembranças e bebem. Flashes, mais risos. Uma taça vazia, um bico, uma azeitona no chão, muitas risadas e pernas molhadas. Uma mesa, muita conversa, dois estranhos, mas não por muito tempo. Guilherme e Felipe se apresentam. Eles não querem nada demais, apenas conversar. Amigos de bar. Conversa vai, conversa vem. Afinidades surgem, piadas, risadas, brincadeiras.
Depois de um tempo a conversa fica mais séria. Quando a fidelidade feminina e a masculina (ou a falta dela) terminam de ser discutidas, lembram-se dos velhos e dos atuais amores, falam sobre os conflitos e as felicidades dos relacionamentos. Falam de psicologia, de cantadas horríveis que homens passam e da falta de receptividade das meninas. O próximo estágio da conversa são confissões, dores de cotovelo e umas outras coisas que sempre ficam mais fortes dentro da gente depois de algumas cervejas. Como a língua fica mais solta depois do quinto copo, os segredos vão saindo.
Um deles vai ao banheiro, as amigas se despedem do outro e descem. O térreo está muito mais cheio, a banda é boa, as pessoas estão felizes, bebendo, amando, dançando. Mais lembranças, mais risadas. Aquele rosto antes estranho, agora já não tanto se aproxima. Mais alguns minutos de conversa. Despedem-se novamente. Contas pagas, hora de ir para casa.
Lição da noite: dois estranhos não necessariamente querem azarar você, pode-se ter boas conversas com esses estranhos sexualmente desinteressados e eu adoro a teoria de concentrar qualquer sentimento em um objeto, teoria da coragem contida, retida ou qualquer coisa que tenha sido o que um estranho me ensinou ontem, ainda que ele tenha inventado.
Hahahahahahaha. Ah...Conversas de bar.
P.S.: Agradecimento especialíssimo às 3 amigas, da quarta amiga. Adorei a nossa noite ontem, gatinhas!

terça-feira, 5 de abril de 2011

três, quatro ou cinco estrelas?

Se é para ficar entre o real e o fictício, o que, então, melhor do que um bom filme?
Apesar de apreciar os livros, ainda mais que a maioria dos filmes, sou suspeita para falar de filmes, simplesmente porque quase tudo dessa industria de sonhos, projeções, aulas e viagens me encanta.  Eu não sou uma pessoa muito exigente nesse quesito, se eu puder rir de um ou dois trechos, me emocionar, curtir a trilha sonora ou sentir qualquer coisa que não desapontamento, já julgo válidas as horas que tenha passado me dedicando a qualquer trama. Consequentemente, se eu acho algum filme ruim, ele deve ser ruim mesmo, porque pra não me agradar em absolutamente nada, tem que ser horrível, daqueles que nada salva.
Eu gosto de comédias românticas, de comédias comédias, desde que não sejam bestas demais (porque a minha inteligência é ofendida por algumas comédias americanas), gosto de filme antigo, amo suspenses inteligentes, musicais e filmes em preto e branco. Adoro o clássicos e os históricos, gosto dos High-Tec, mas geralmente não me impressiono com ficções científicas de alienígenas, robôs, clones, crianças e cachorros super-dotados, mas quando nos dois primeiros os efeitos são legais, acabo me divertindo também nesses universos paralelos. Me divirto com filmes de conflito adolescente, porque geralmente a trama é batida, mas a trilha sonora é excelente. Enfim, deu pra perceber que quase tudo me agrada, né?
Eu gosto de filminhos com lição de moral no final ou com aquelas frases que te fazem refletir sobre cinco gerações passadas e três futuras, gosto de chorar nos filmes, de felicidade ou de tristeza, gosto de rir até a barriga ficar doendo, gosto de filmes com piadas inteligentes e personagens misteriosos.
Mas o que eu gosto mesmo é de assistir um bom filme em boa companhia e como isso raramente me falta, resolvi começar a escrever aqui as minhas impressões sobre filmes, antigos, novos, não tão novos e não tão antigos. Vou trazer a minha reflexão pós-filmes para cá e compartilhar com vocês muito, muito  mais do que críticas. Topam? Porque vou precisar da ajuda de vocês!